queridos cratenses

Nunca pensei que um postzinho tão inocente sobre a falta de noção dos organizadores da Expocrato fosse incomodar tanta gente. Eu nem deveria responder os comentários, porque o blog é meu e eu falo o que eu quiser, assim como os comentários são abertos e vocês falam o que vocês quiserem.

Mas eu quero reafirmar tudo o que eu disse no tal post da discórdia:

1 - Qualquer ameba é capaz de perceber que alguma coisa destoa nas atrações principais da Expocrato: Magníficos, Psirico, Engenheiros do Hawaii, Aviões do Forró, Calypso e por aí vai. Pelo amor de Deus, circule o elemento que não faz parte do grupo. Entenderam?

2 - Realmente acho que quem gosta de Aviões do Forró, Calypso e coisas assim não está qualificado para ouvir e muito menos entender o que o Humberto Gessinger tem a dizer, os comentários não me deixam mentir. Dane-se quem acha que isso é preconceito, acho que essa palavra está realmente banalizada hoje em dia.

3 - Sou nordestina, sim, mas conheço vários lugares do Brasil e alguns fora dele. Por isso mesmo, tenho conhecimento de causa e todo o direito de falar mal dessa terra maldita e das criaturas mal-educadas que vivem aqui.

5 comments Sábado, Julho 19, 2008

why so serious?

Acho que nunca um filme teve tanta divulgação como o Batman - O Cavaleiro das Trevas. E só agora eu descobri o site Por Que Tão Sério? e achei o máximo!

Minha foto (meio antiga, porém a mais adeqüada) ficou meio paia:

Mas a do (ainda) pequeno Dante ficou ótima:

E hoje, no jornal, discutimos a possibilidade da morte do Heath Leadger ser, na verdade, um grande golpe de marketing pelos seguintes motivos:

1. ele não foi enterrado
2. ninguém viu o corpo
3. a piadinha do Jack Nicholson (”eu avisei pra ele que eu era o coringa!”)
4. a empolgação da ex-mulher dele, Michelle Williams, quando as cinzas dele foram jogadas não sei onde.

Não seria o máximo se ele estivesse vivo e, amanhã, na estréia do filme nos EUA, ele aparecesse dando aquela risada e perguntando Why so serious?

It`s all… part of the plan!!!!! HAHAHAHAHAHAHA

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engenheiros do hawaii!!

Eu sei, vocês já leram tudo isso antes, mas eu tenho que repetir: o show dos Engenheiros do Hawaii foi simplesmente perfeito!

Chegamos 18h e ficamos super na frente, o que foi incrível, pois pudemos ver o Humberto Gessinger sem nenhuma cabeça no meio. Deu até pra ver que o banquinho do Acústico estava meio gasto. Deveria ter levado minha máquina, as fotos saíriam perfeitas, mas tive medo de ser roubada. Aí, de lembrança mesmo, só sobraram os hematomas no braço e nas pernas e a dor no joelho.

Ele estava lindo! Com aquela calça da gravação do acústico, uma blusa amarela dos Engenheirosdo Hawaii e um colete preto por cima. Depois, ele ainda colocou uma boina, tipo a que ele usava nos tempos do Humberto Gessinger Trio.

Achei que nunca veria o Humberto tocar Vozes, então, pra mim, o melhor momento do show foi essa música. Emocionante. Ando Só, Terra de Gigantes/Quanto Vale a Vida, Somos Quem Podemos Ser e 3X4 também não ficam pra trás.

Como todo fã chato, senti falta de Luz, que é a minha favorita do último CD, de Simples de Coração, De Fé e Revelação, do Fagner, e de Alucinação, do Belchior. Dessas duas últimas, eu sempre sinto falta.

Falando em sentir falta, não senti a menor falta do Bernardo Fonseca, viva o Humberto no baixo! E o Gláucio Ayala tá com uma mania de tirar foto do público durante o show, como faziam os Backstreet Boys a um tempo atrás.

Entrevista com o Humberto Gessinger

Minha amiga e colega de jornal, Dely Sátiro, fez uma entrevista por e-mail com o Humberto, mas ele não respondeu a tempo de ser publicada no Diário do Nordeste, so, vou postar aqui pra vocês lerem.

Engenheiros do Hawaii, que iniciou carreira nos anos 80, continua trilhando o caminho do sucesso. O grupo inova nas canções, atrai jovens… Qual é o “segredo” de tanto êxito e como é a relação da banda com a juventude?
Para mim também é um segredo. Eu nunca tive medo do tempo, adoro cada ruga que a estrada tatuou no meu rosto. Não me vejo como um produto e não penso nos fãs como consumidores. Desde cedo eu soube o que queria e o que podia fazer musicalmente. Nunca me atrai pelos modismos e tive sorte de encontrar quem quisesse ouvir meu som. Hoje em dia tudo é tão passageiro que a gente acaba estranhando quando uma canção permanece. Mas, se pensarmos bem, nada mais natural. 20 anos é só o início…

Além de cantar e tocar, você compõe. Qual a sua maior inspiração para escrever? O que pretende transmitir com suas canções?
Pessoalmente eu nunca soube me comunicar direito, sempre fui muito tímido. A música é meu canal de expressão. A inspiração é algo misterioso, quase inconsciente. Mais do que um discurso, música é um diálogo. Não quero ensinar nada, quero compartilhar visões.

A banda viaja na divulgação do álbum, “Novos Horizontes”. Qual é o “diferencial” desse projeto em relação aos outros da carreira?
É o melhor show que eu coloquei na estrada nesses mais de 20 anos de carreira. Visualmente é muito bonito e musicalmente é um resumo do que eu acho que fiz de melhor. O show tem uma dinâmica bacana, vai da delicadeza da viola caipira ao peso das guitarras.

NO DVD, você cantou “A Onda” e “Parabólica” com a Clara. Dá para expressar a emoção em dividir o palco com a filha? Você a incentiva a seguir a carreira musical?
A emoção é enorme, são muitos significados concentrados num momento, passa muita coisa na cabeça da gente. Parabólica fiz para ela quando ela nasceu e A Onda fala do tempo certo das coisas acontecerem. Nunca falei, com a Clara, de música como uma profissão. Para mim música é mais do que isso. Acho engraçado que a palavra “profissional” tenha virado um elogio. Ser profissional é só o início, devemos subir a estágios superiores. Cada vez mais acredito que é mais importante saber ouvir do que saber fazer música.

O que te inspirou a voltar a tocar baixo?
Com tanto tempo de estrada já sei que as coisas têm uma hora certa para acontecer. O baixo é um instrumento fascinante mas muito dependente. Nos momentos de transição me sinto mais seguro na guitarra ou violão. Uma banda é um organismo vivo, não é uma equação matemática. Gosto de trabalhar com bandas enxutas, onde cada músico tenha bastante espaço. Com a saída do Bernardo, resolvi voltar ao baixo e testar uma formação que era inédita na história da banda. Deu super certo. Gláucio, Aranha e Pedro a cada show se superam, estão tocando muito!

O que o público de Fortaleza pode esperar do show? Vai ser acústico ou elétrico?
Tem momentos elétricos e momentos acústicos. Estamos viajando com toda a estrutura visual que usamos na gravação do DVD NOVOS HORIZONTES.

O repertório será basicamente o do DVD “Novos Horizontes”? Que clássicos não poderão faltar?
A base do show é o NOVOS HORIZONTES. Tem também muitas canções do ACÚSTICO MTV. Infinita Highway, Pra Ser Sincero, Até o Fim, Montanha, Toda Forma de Poder, sempre rolam. É um findisemana especialíssimo por que estamos encerrando a tour. Foram mais de 3 anos nesta fase que começou com o ACÚSTICO MTV e floresceu no NOVOS HORIZONTES.

Quando você visita a cidade, passeia por quais lugares? Como é a sua relação com os fãs da Capital?
Geralmente nossa passagem pelas cidades é muito rápida. Mas talvez a melhor maneira de conhecer uma cidade seja mesmo tocando para seus moradores. Temos um público muito bacana em Fortaleza, espero que estejamos à altura.

1 comment Terça-feira, Julho 15, 2008

engenheiros no sábado!

Acho que o Humberto Gessinger é capaz de sentir minhas vibrações, ou algo assim. O show dos Engenheiros do Hawaii em Fortaleza agora vai ser sábado, ou seja, eu vou poder ir! \o/ Só falta o Carlos Maltz fazer uma participação especial, como ele fez em Teresina.

A parte ruim é que vai ser no anfiteatro do Parque do Cocó, de graça (me salva da selva, me salva da selva!), às 20h. Mas o importante mesmo é que eu vou poder ir e vou cantar Vozes até me acabar!!

Vozes
Se você ouvisse
As vozes que ouço à noite
Acharia tudo que eu faço natural (normal)

Se você sentisse
O medo que eu sinto do escuro
Se você soubesse
O mal que o sol me faz

Não me pediria pra repetir
Revoltas banais das quais eu já me esqueci

Se você ouvisse
As vozes que ouço à noite
Às vezes me assustam
Outras vezes me atraem

Se você sofresse
Tanto quanto eu sofro com a solidão
Se você soubesse
O quanto eu preciso da solidão

Não me pediria pra repetir
Frases banais das quais já me arrependi

Duas pessoas são duas verdades
E, na verdade, são dois mundos
A cada segundo, o pânico aumenta
E uma sombra arrebenta a porta dos fundos

Se você sofresse tanto quanto eu sofro com a solidão
E precisasse tanto quanto eu preciso da solidão
Não me pediria pra repetir
Gestos banais dos iguais aos que eu não fiz

4 comments Quarta-feira, Julho 9, 2008

a gaga de ilhéus

Olha, eu não sou uma pessoa fácil de dar risada. Também não gosto muito dessas besteiras de internet, mas eu chorei de rir desse vídeo que vi no Papel Pop:

O pior é que ela tava falando coisas importantes, mas que foram totalmente ofuscadas! haha
A melhor parte é o “ré ré ré ré… vixe!” hoihoioihoihohihohoih
E vocês também acharam a voz muito parecida com a do Tiririca?

1 comment Terça-feira, Julho 8, 2008

é o dante!

Pronto, está resolvido. O nome do meu pequenininho doberman é Dante! Nem é dos nomes mais bonitos, mas minha irmã sugeriu esse e, como é forte, ele já tá atendendo por ele. E falando nisso, ele tá cada dia mais danadinho!

Fofo até dizer chega!

O Freud, meu outro doberman, que, obviamente, é enorme, morre de ciúmes latir quando vê o pequeninho. E vocês pensam que ele se intimida? Que nada! Ele late de volta, como se tivesse mais do que 1/5 do tamanho do outro. Tomara que eles virem amigos, viu.

Ciumento, eu?

1 comment Segunda-feira, Julho 7, 2008

enghaw em fortaleza

Antes de mais nada, vejam só a estátua do goleiro alemão Oliver Kahn, que será exposta no Museu Madame Tussaud de Berlim e me digam se vocês lembraram de alguém:

É simplesmente igual ao Humberto Gessinger! Mas claro que o meu querido Humba é muito mais bonito.

Agora, vamos ao que interessa. A agenda oficial dos Engenheiros do Hawaii foi atualizada e agora tá dizendo que vai ter show em Fortaleza dia 11, em Tianguá dia 12 e dia 15 no Crato. Eu preciso ir para algum desses shows. Vou sair correndo do jornal dia 11 e ir direto pro show (que eu não sei onde vai ser). Tomara que dê tempo. =~~

UPDATE: O show vai ser de graça, na concha acústica do Parque do Cocó, às 20h.

2 comments Sexta-Feira, Julho 4, 2008

não, não pode ser. é claro que não é. será?

Estava eu no meu computadorzinho quando, mesmo sem prestar muita atenção, ouvi trechos de uma propaganda na TV: “ExpoCrato…  Calypso… Felipão… Forró Real… Engenheiros do Hawaii…”!

Ãh????? Engenheiros do Hawaii na ExpoCrato? No dia 15 de jullho, numa terça-feira, tocando naquele fim de mundo pra um bando de forrozeiro da pior espécie (aquela que gosta de vaquejada)???? Não pode ser verdade. Incrédula, torcendo pra que eu tivesse tido uma alucinação auditiva e que, na verdade, o cara da propaganda tivesse dito “Engenheiros do Forró”, ou outra piada desse tipo, corri pra agenda oficial no site deles.

Por enquanto, não tem nada lá, o que é um alívio pra mim. Porque 1) eu não poderia ir, 2) o show dos Engenheiros tá muito massa, elétrico, acústico e eles ainda tão tocando Vozes 3) forrozeiros não merecem isso.

8 comments Quinta-feira, Julho 3, 2008

considerações sobre o fim da temporada de lost

Às vezes, fico de saco cheio dessa estratégia de contar a história em doses homeopáticas. Me sinto super enrolada, apesar de me divertir muito. Também fico agoniada de pensar na quantidade enorme de coisas sem explicação e temo que algumas delas ganhe justificativas ridículas ou nem isso. Mas prefiro acreditar que, assim como Ben, os criadores de Lost sempre têm um plano pra surpreender a gente! E este (s) último (s) episódio (s) foram exatamente assim.

Antes de ver o último episódio, estava lendo o livro 1808, justamente a parte em que fala do Napoleão Bonaparte. E aí eu me toquei de como o Ben parece com ele. Ambos são frios, manipuladores, estrategistas e conseguem tudo o que querem. Desde que o Ben entrou em Lost, a história tem girado em torno dele.

Sawyer é, definitivamente, o melhor de todos. A-do-ro. Me deu uma dor no coração quando ele se jogou do helicóptero, mas valeu a pena pra gente poder vê-lo voltando triunfante para a praia.

Fiquei morrendo de pena da pobre da Juliet. Ela e o Desmond eram os únicos por quem eu torcia pra sair da ilha. Ela já me fez muita raiva, mas eu gostaria que ela reencontrasse a irmã e o sobrinho.

E o reencontro do Desmond e da Penny? Segurei as lágrimas, viu. Achei lindo!

Estou louca pra ver a próxima temporada.

Add comment Quarta-feira, Julho 2, 2008

meu cachorrinho

Há uma semana, meu cachorrinho Rango, que mora na minha casa no Icaraí, morreu de câncer. Só soube disso essa semana, porque meus pais não queriam contar antes que eu apresentasse minha monografia. Eu amava o Rango, ele era lindo. Era uma mistura de pastor alemão com rotweiller e era extremamente dócil. Obviamente, fiquei muito triste, mas ele estava velhinho, tinha quase 14 anos, e estava sofrendo muito. Agora ele parou de sofrer.

Aí, meu pai ganhou outro cachorrinho, um doberman lindo, de um mês. Antes de meu pai levá-lo pro Icaraí, ele passou a manhã aqui em casa. Claro que o Rango é insubstituível, mas o bebê é simplesmente adorável:

Ele ainda não tem um nome. Queria que fosse Elvis Presley, mas minha irmã quer Bono Vox. E aí? Como vocês acham que ele deve se chamar?

E aí, pessoal? Eu tenho cara de quê?

5 comments Domingo, Junho 29, 2008

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