
E eu nem sabia que gostava tanto dele…

Já tinha ouvido falar da história, mas só hoje vi o vídeo. Impossível não chorar. Lindo demais.

“A igualdade entre o homem e a mulher é que se você faz o mesmo trabalho, tem que ser remunerada na mesma quantidade; isso é tudo”.
“As mulheres, para chegar onde quiserem, seja a presidente da república, de um banco, do que lhes dê dinheiro, não devem se esquecer de que são mulheres, de ser femininas”.
“Os casamentos não funcionam quando começa uma rivalidade”.
Quero ser assim quando eu crescer.

Roberto Saviano, um jornalista infiltrado na máfia italiana que terá que viver pra sempre com proteção policial, conta todo o esquema dos violentos clãs camorristas.
No começo, “Gamorra” empolga muito com as descrições minuciosas dos absurdos cometidos pela máfia. Impressiona como ele mostra que todo mundo usa produtos que já passaram pela máfia. Mas, depois, o livro fica repetitivo e cai em vários clichês. Nem fiquei com vontade de ver o filme.
Acho esta história ficaria muito melhor em uma reportagem do que em um livro de 349 páginas.
Cheguei à conclusão de que a máfia não compensa. De que adianta o boss – como são chamados os chefes dos clãs – serem podres de ricos de têm de viver se escondendo da polícia e dos outros boss? O que adianta ter uma super mansão, se tem que morar em um buraco de 40 metros quadrados só com um colchonete velho? Isso sem contar que os caras ainda colocam toda a família em risco.
Sinceramente, eu não entendo.

Quase morro de rir e de vergonha alheia. Uma TV da Bolívia mostrou as imagens da queda do avião de Lost como sendo as do acidente com o Airbus da Air France.
O melhor é a segurança da jornalista, a certeza com que ela fala que as imagens foram feitas pelo passageiro Paulo G. Muller, que era ator de teatro e que provavelmente ele estava em pé na hora do acidente! HAHAHAHA
Vi no Twitter da @virninham.

Quando leio um livro, costumo imaginar que atores interpretariam os personagens no cinema. Mas, quando li Os Delírios de Consumo de Becky Bloom, Delírios de Consumo na 5ª Avenida e O Chá de Bebê de Becky Bloom (sim, eu adoro a Becky Bloom) não consegui imaginar nenhuma atriz no papel da protagonista.
Isso porque eu não conhecia Isla Fischer. Carismática e engraçada sem ser caricata, ela está perfeita como a jornalista Becky Bloom. Acho que esse é o principal motivo do sucesso do filme. Todo mundo se identifica com a moça meio doidinha que deve até os olhos da cara. “Antes, me chamavam de cliente VIP. Agora, me mandam cartas de ódio”, lamenta Becky.
Becky Bloom sente borboletas no estômago quando ouve/vê a palavra liqüidação e tem sete cartões de crédito. Ela é demitida, mas consegue um novo emprego numa revista de finanças com o fofo Luke Brandon (Hugh Dancy).
O filme é muito divertido. É engraçado sem ser nojento nem apelativo, como a maioria das comédias. As melhores cenas são as dos delírios de Becky Bloom, com os manequins das lojas atraindo a coitadinha para as compras. Também é ótimo o momento em que Becky, em uma reunião dos compradores compulsivos anônimos, descreve todo o prazer que sente em comprar e todos os viciados têm uma recaída! Haha
Na verdade, o filme mistura os livros Os Delírios de Consumo de Becky Bloom e Delírios de Consumo na 5ª Avenida, e tem muita coisa que não acontece no livro, como a economia da mãe de Becky como uma dispensável justificativa para o seu vício. O que estranhei mesmo é que, no longa, jamais chamam a protagonista pelo apelido. Ela é sempre Rebecca Bloomwood.
Só uma coisa me decepcionou no filme: o figurino. Esperava ver as roupas e acessórios lindos de O Diabo Veste Prada e Sex and The City, mas passa é longe, apesar de todos terem a mesma figurinista, Patricia Field. A Becky Bloom do filme é meio perua e gosta de usar tudo ao mesmo tempo agora. Ao contrário do livro, em que ela tem um super bom gosto.
Já espero pelas continuações!

Lembram que eu pedi o reembolso do caderno de R$ 1,99 que eu pedi, mas as Americanas.com não têm? Pois é. Hoje eles me mandaram um e-mail com o vale-compras de R$ 1,99 que, segundo eles, eu tinha solicitado.
Olha, eu desisto. Isso deve ser um complô pra me enlouquecer. Quem quiser um vale-compras de R$ 1,99 das Americanas.com me avise, porque eu pago pra não comprar mais nada lá!

Vou ser cozinheira do Gilmar Mendes. E a cozinheira dele vai escrever pro jornal. Quem sabe assim o imbecil desse nobre ministro consegue enxergar a diferença entre as duas profissões e até implore pelo diploma obrigatório para as duas. Porque eis o que esse infeliz falou durante a lamentável sessão do STF que acabou com a obrigatoriedade do diploma de Jornalismo:
Um excelente chefe de cozinha poderá ser formado numa faculdade de culinária, o que não legitima estarmos a exigir que toda e qualquer refeição seja feita por profissional registrado mediante diploma de curso superior nessa área. O Poder Público não pode restringir, dessa forma, a liberdade profissional no âmbito da culinária. Disso ninguém tem dúvida, o que não afasta a possibilidade do exercício abusivo e antiético dessa profissão, com riscos eventualmente até à saúde e à vida dos consumidores.
Disse ainda, vejam só que absurdo, que a profissão de jornalista não coloca a coletividade em risco. Aí eu fiquei pensando nos advogados que, além de freqüentarem a faculdade, tem de fazer exame da OAB pra exercer a profissão. Por que? A atividade deles oferece perigo à sociedade? Eles são diferentes dos cozinheiros e dos jornalistas?
O principal argumento dos ministros do STF – e também o mais capenga – é que o diploma de Jornalismo cerceia a liberdade de expressão. Como tratamento da informação pública fosse a mesma coisa que liberdade de expressão. Como se o Brasil fosse um Irã ou uma Coréia do Norte. Como se qualquer pessoa não pudesse ter um blog para falar que o Gilmar Mendes é um filho da p#*@! que está destruindo a credibilidade da Justiça brasileira.
Se existe alguma ditadura no Brasil é a da mediocridade. E agora é que essa mediocracia vai ganhar mais força com leigos e estagiários dominando as redações. Sim, ou vocês acham que são os grandes intelectuais que vão ser os novos jornalistas?
Outra coisa extremamente idiota que esses irresponsáveis alegaram foi que em países como Estados Unidos e França o diploma não é obrigatório. Só esqueceram que o Brasil não é os Estados Unidos nem a França. Que aqui as pessoas chegam à quinta série sem saber ler. E que no Estados Unidos e na França uma pós-graduação em Jornalismo é obrigatória sim, não é qualquer idiota que pode virar jornalista.
O Brasil não é um país sério.

Hoje teve Parada Gay em várias cidades do mundo. Que beleza.

Vamos vestir sunguinhas cor de rosa, rebolar a bunda no meio da rua e agarrar tooooooodo mundo. Porque, realmente, esta é a melhor forma de exigir respeito e de ser levado a sério.

De todas as datas comemorativas obviamente comerciais, o Dia dos Namorados é a pior. A pior e mais cara-de-pau.
Quem tem namorado se sente na obrigação de sair com ele e de trocar presentes só porque alguém disse que é Dia dos Namorados. Sinceramente, não vejo sentido nenhum nisso.
Sem contar que as pessoas que não têm namorado são totalmente humilhadas e não têm como fugir da triste constatação de que sim, estão encalhadas.
O Dia dos Namorados é o mais idiota de todos.